Vamos Parcelar

Taxa Selic: o que é e como ela afeta suas finanças?

Muitos já ouviram falar, mas nem todos sabem o que significa. Esclareça de uma vez por todas suas dúvidas sobre a taxa básica de juros do país!
3 min. de leitura
Atualizado em 12 maio 22
Acesso rápido

Você com certeza deve se deparar com o termo “Taxa Selic” pelo menos uma vez por semana, seja nas redes sociais, assistindo a um telejornal ou escutando a rádio no caminho do trabalho. Atualmente o assunto está bastante em alta, porém, você sabe o que isso significa? De antemão: o termo não é famoso atoa, a taxa é um importante elemento da economia brasileira e afeta o seu bolso diariamente. 

Antes de tudo já vamos te adiantar que a Selic é a taxa básica de juros da economia do país, isso explica a quantidade de notícias sobre ela. O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) se reúne a cada 45 dias para definir o valor da taxa, podendo aumentar, diminuir ou deixar a porcentagem igual.

Como somos nós que fazemos a economia do país girar, é super importante estar por dentro do assunto. Então, vamos te explicar o que é a Taxa Selic e de que forma ela impacta o seu orçamento mensal. Confira!

O que é? 

Primeiramente vamos te esclarecer a definição. A sigla Selic significa Sistema Especial de Liquidação e Custódia. A princípio, pelo nome parece ser complicado, mas não é. Esse é o conceito dado para o sistema controlado pelo Banco Central do Brasil, que tem o objetivo de administrar a  emissão, comprar e, por fim vender de títulos do Tesouro Nacional. Em outras palavras, a Selic é a taxa básica de juros da economia no Brasil e influencia todas as outras taxas de juros, como, por exemplo, as cobradas em empréstimos, financiamentos e transações financeiras. 

Como funciona?

Para compreender o funcionamento é preciso entender que todos os governos precisam ter dinheiro para investir e pagar dívidas. Os impostos são um dos meios de arrecadar esse capital, além disso, temos também os títulos do Tesouro Nacional. 

Esses títulos são certificados de dívida emitidos e vendidos pelo próprio governo por meio do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic). Ou seja, quem compra tem o direito de receber o valor de volta com o acréscimo de juros. Contudo, o maior número de títulos do tesouro são comprados por grandes instituições financeiras, e como elas são responsáveis por fazer diversas operações por dia, é comum que às vezes suas contas no Banco Central encerre com uma quantia maior ou menor do que deveriam.

Porém, é regra que a conta não pode terminar o dia no vermelho, então as instituições são obrigadas a pegar empréstimos com outros bancos para cumprir a lei. É nesse momento que a Selic entra em cena! Esses empréstimos têm curto prazo e como garantia de pagamento as organizações oferecem títulos públicos adquiridos do Banco Central.

A Taxa Selic Over é a taxa de juros cobrada quando uma instituição financeira empresta dinheiro para outra e usa os títulos como garantia. Ela influencia a Taxa Selic Meta, aquela que serve como parâmetro para tudo no mercado financeiro e para a situação do seu bolso. 

Como é o cálculo? 

A Selic é calculada pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central a cada 45 dias. Ou seja, nessa reunião é decidido se a taxa vai se manter estável, quanto vai aumentar ou diminuir, sempre em pontos percentuais. A decisão é tomada depois que o cenário econômico do momento é analisado  e as alterações acontecem caso a economia esteja instável. 

Qual sua importância?

A princípio, a ferramenta é um tipo de controle para inflação. Em outras palavras, toda alteração na taxa resulta em alta ou queda da inflação.  Por exemplo: o aumento da Selic desacelera a economia e impede a alta da inflação, a baixa da Selic aquece a economia e aumenta a inflação. Vale ressaltar que tudo é feito com base no cenário econômico do momento. 

E o meu dinheiro?

Investidor ou não, a taxa Selic vai impactar o seu orçamento. No caso de quedas, o crédito fica mais acessível e a inflação sobe. No caso de aumento, os preços ficam mais baixos e os juros de crédito mais altos. 

E os investidores? 

Como estamos falando da taxa básica de juros da economia, qualquer mudança afeta a remuneração e a rentabilidade de diversos investimentos. Os principais afetados são, por exemplo:

  • Títulos do Tesouro Direto (Tesouro Selic): quando a selic cai, a rentabilidade diminui;
  • Caderneta de poupança: se a Selic estiver acima de 8,5% ao ano, a poupança rende 0,5% sobre o valor depositado. Se estiver  igual ou abaixo de 8,5% ao ano, rende  70%; 
  • Investimentos de Renda Fixa: quando a Selic diminui, a rentabilidade cai. 

E aí, esclarecemos suas dúvidas? Não deixe de ficar atento ao nosso blog para ver mais conteúdos como esse. Ainda não conhece a VP? Não perca tempo! Aqui você parcela todos os seus impostos em até 18X e contas em até 24X com a menor taxa de serviço do mercado. Pague seus impostos sem dor de cabeça!

Acesso rápido

Assine nossa newsletter

Receba conteúdos completos sobre educação financeira, investimentos e novidades da VP.

Autorizo o envio de conteúdo e estou de acordo com a Política de Privacidade da VP.

Siga nossas redes sociais

Acompanhe os conteúdos e fique por dentro das novidades!

Postagens relacionadas

Prontinho! Agora você já pode usar o seu cupom para colocar seus débitos em dia.

Copiar e pagar Copiado!