A empresa é uma das três fintechs brasileiras escolhidas para participar do programa

A Vamos Parcelar foi uma das três fintechs brasileiras escolhidas para o LIFT Learning, programa da Fenasbac em parceria com o Banco Central, que busca desenvolver soluções inovadoras que beneficiem o Sistema Financeiro Nacional e a população, frente ao atual cenário de crise na saúde, com repercussão direta na economia em decorrência da Covid-19.

 O LIFT Learning: Programa Distrital de Fomento a Startups Financeiras (Fintechs) no contexto contra a SARS-covid-19, é um projeto da Universidade de Brasília (UNB) e uma iniciativa do curso de Engenharia de Produção da universidade, coordenado pelo o professor de Tecnologia (FT) Ricardo Paixão foi pensado no âmbito da estrutura do Banco Central para apoiar o surgimento de projetos para promover inovações financeiras que contribuam para a melhoria do cenário pós-pandemia.

 A ideia foi aprovada pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), que investiu R$ 563 mil para pagamento de bolsas aos participantes. Esse incentivo permitirá que os projetos avancem dentro de uma estrutura adequada e guiada por equipes capacitadas.

 O professor da Faculdade de Tecnologia (FT) e coordenador do programa, Ricardo Paixão, explica que o Lift Learning se coloca como um novo e importante pilar no desenvolvimento do mercado de finanças brasileiro. “Como proposta de vanguarda, o Learning reúne universitários para atender demandas de empresas financeiras que visem introduzir produtos que contribuam com a recuperação dos impactos da covid-19”.

De acordo com Ricardo Paixão, as equipes do Banco Central e da UnB escolheram quatro projetos, envolvendo um banco e três fintechs, para cumprir as necessidades especificadas pelo programa LIFT Learning. Foi levada em conta a complexidade de desenvolvimento de trabalho sofisticado e inovador em tecnologia financeira, em um ambiente regulado.

“Os projetos foram escolhidos de maneira a proporcionar aos alunos participantes o maior impacto possível. São trabalhos sofisticados e empresas de médio e grande porte, com capacidade de gerir projetos com esse nível de sofisticação. Além disso, as ideias devem aderir à agenda de desenvolvimento do Banco Central (Agenda BC#), no eixo de competitividade”, explica o professor.

 Além disso, os projetos envolvem a atualização de processos e digitalização de serviços do Banco de Brasília (BRB), além do desenvolvimento e implementação de identificação facial (BxBlue) e pagamento de tributos nas esferas do poder público usando o Pix, novo sistema de pagamento do Banco Central capaz de validar transações em até dez segundos.

O CEO da Vamos Parcelar, Pedro Rosa, afirma que o LIFT LEARNING tem tudo a ver com a VP “O programa fomenta a inovação e o desenvolvimento de jovens talentos, combinação que permitirá a entrega de soluções que facilitem o cotidiano de pagamento das pessoas e a inclusão digital de governos e empresas”, diz.

Como funciona o Lift Learning?

O programa LIFT Learning será desenvolvido em duas etapas. Na primeira, com duração de dois meses, empresas e estudantes definem os escopos dos projetos para que sejam viáveis no tempo estipulado da segunda fase. A etapa seguinte contempla quatro meses para o desenvolvimento e execução dos projetos. A proposta é que alunos possam aprender como são os desafios de desenvolver tecnologias inovadoras em ambientes regulados, como a infraestrutura bancária. 

A intenção do Banco Central é que o programa possa não apenas estimular outras ações similares, mas que seja replicado nacionalmente. Com o apoio da FAP-DF e execução da equipe da UnB, essa primeira etapa do LIFT Learning poderá definir parâmetros globais que poderão ser considerados em um momento de reprodução em outras regiões.

 Vamos Parcelar

A Vamos Parcelar é uma fintech integrada ao Sistema de Pagamentos Brasileiro e os principais bancos do Brasil.

Credenciada e integrada aos órgãos públicos em mais de 21 estados, a fintech ampliará a oferta de pagamentos eletrônicos ao criar o marketplace de pagamento de boletos, contas de concessionárias e estabelecimentos privados, promovendo a inclusão digital de pessoas, empresas e governos.  

 A Instituição de pagamento é certificada pelas principais bandeiras do Arranjo de Pagamentos, instituído pela lei nº 12.865/13 e circulares do Banco Central do Brasil. Credenciada para aceitar pagamentos públicos em mais de 21 estados.

 

Fonte: Portal UNB

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