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IOF de compras internacionais: saiba como funciona

Entenda de uma vez por todas o que é a sigla que a parece na sua fatura de cartão de crédito e como ela pode afetar o seu bolso!
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Provavelmente você já se deparou com a sigla IOF no seu aplicativo bancário ou fatura do cartão de crédito. Ela aparece principalmente depois que é feito saques e compras internacionais, ou quando o limite do cartão é estourado, por exemplo. Em outras palavras, o termo significa Imposto Sobre Operações Financeiras e é comum que ele geralmente seja confundido com uma taxa de juros. No entanto, antes de mais nada, vale ressaltar que não se trata disso… 

Mas afinal, como funciona o  IOF de compras internacionais e onde pagar? No artigo a seguir vamos esclarecer as suas dúvidas e te deixar por dentro de para onde vai o seu dinheiro. Confira!

O que é IOF?

Antes de tudo vamos ao conceito. O Imposto sobre Operações Financeiras, ou seja, IOF, é um imposto federal pago sempre que são feitas operações de crédito, operações de títulos e valores mobiliários, câmbio e por fim, seguro. Esse tributo é pago tanto por pessoas físicas, quanto por pessoas jurídicas. 

Então por exemplo: quando você faz um empréstimo, compra dólares, saca dinheiro com o cartão de crédito, faz um investimento ou realiza uma compra em uma loja internacional, o IOF vai aparecer e ser cobrado de acordo com o tipo e valor da operação feita. Dessa forma, o governo consegue arrecadar um bom dinheiro, usado como um meio para equilibrar a economia do país. 

Além disso, as movimentações financeiras funcionam também como um método de levantamento de dados que servem como um tipo de termômetro da economia.  Em outras palavras, quanto mais IOF arrecadado, mais operações financeiras acontecem. Contudo, não é sempre que um alto índice do imposto significa crescimento econômico, já que nele também são incluídas movimentações de empréstimos, por exemplo. 

Como funciona?

A princípio o imposto possui taxas diferentes para cada tipo de operação. Além da variação de valor de acordo com o tipo de gasto, o valor do IOF está em constante variação e decidido pelo governo. Porém, é possível ter uma base de quanto será pago no  Imposto Sobre Operações Financeiras. De antemão, o cálculo é simples e a fórmula é a seguinte: Valor da Operação x Taxa do IOF. 

Onde o IOF é pago?

  • Compras feitas em lojas fora do país com o cartão de crédito (lojas presenciais e onlines);
  • Compras ou vendas de moedas estrangeiras;
  • Em empréstimos e financiamentos; 
  • No resgate de um investimento; 
  • Ao fazer um seguro; 

E os investimentos?

Como explicado anteriormente, a taxa de IOF também é cobrada nos investimentos e o valor pode variar de acordo com o tempo de aplicação e resgate, indo de zero a 96% dos rendimentos. Os investimentos que têm o imposto são:

  • Letras de Câmbio (LCs);
  • Fundos de curto prazo; 
  • Certificado de Depósito Bancário (CDBs)
  • Títulos do Tesouro Direto;
  • Fundos de Renda Fixa Referenciados DI. 

É possível não pagar o IOF?

Não! O imposto é cobrado sobre qualquer tipo de operação financeira. Contudo, você consegue pagar menos seguindo algumas dicas:  

  • Primeiramente, evite fazer compras com o cartão de crédito em viagens internacionais. A melhor opção é pagar no débito ou levar dinheiro físico, assim você evita surpresas desagradáveis no fim da viagem. 
  • Se você costuma investir em Tesouro Direto, CDB ou outros tipos de títulos, o ideal é esperar no mínimo 30 dias para fazer qualquer movimentação do dinheiro. 
  • Por fim: fuja do cheque especial! Ele tem uma das maiores taxas de juros do mercado e também é taxado com o IOF. 

E aí, esclarecemos as suas dúvidas? É sempre bom ficar por dentro de onde vai o nosso dinheiro né? Deseja ver mais conteúdos como esse? Não deixe de ficar de olho em nosso blog. Aqui você fica informado e aprende dicas que podem dar um up em sua vida financeira.

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

Notícia veiculada recentemente, diz que a empresa Vamos Parcelar Pagamentos e Correspondentes LTDA — a qual, entre outros, presta serviço de parcelamento de dívidas de IPVA e de multas de trânsito —, “sem justificativas, deixou de fazer os repasses ao governo local e colocou contribuintes em situação de inadimplência”.

Sempre atenta à sua responsabilidade legal e social, a Vamos Parcelar vem a público prestar alguns esclarecimentos referentes aos fatos noticiados.

Após a instauração de procedimentos internos, a Vamos Parcelar detectou ter sido vítima de ofensiva aos seus servidores que resultou na significativa compensação de transações inconsistentes, inseridas por meio de subterfúgios em sua plataforma.

Foram detectados, ainda, indícios de fraudes em algumas operações realizadas por terceiros que se passavam indevidamente por usuários da plataforma, as quais ainda estão em fase inicial de averiguação.

A empresa esclarece que fez contato com 2.039 pessoas das 2.142 que fizeram reclamações na plataforma “Reclame Aqui”. Encontram-se pendentes, apenas, 93 casos com quem a equipe da Vamos Parcelar segue fazendo contato para responder às queixas e sanar o problema o mais brevemente possível.

Quanto às alegadas “queixas de golpe financeiro”, a Vamos Parcelar informa que realizou o levantamento das ocorrências existentes e constatou que as pendências pontuais identificadas foram devidamente sanadas, com o consequente esvaziamento das hipóteses investigativas e a confirmação do não cometimento de qualquer conduta irregular pela empresa.

Segurança cibernética

A Vamos Parcelar informa que, tão logo tomou conhecimento das inconsistências implementou, imediatamente, os protocolos de segurança cibernética ao seu alcance para conter a ofensiva, que já se encontra controlada, e que continua trabalhando para otimizar os mecanismos de segurança contra operações indevidas.

A empresa continua atuando de forma diligente, com foco para mitigar os efeitos gerados pela ofensiva e informa que, a partir da auditoria interna realizada, instituiu um comitê de compliance, com apoio de empresa especializada, com fins de realizar o correto tratamento das inconsistências apuradas.

O comitê de compliance instituído determinou que todas as operações efetivadas desde a ofensiva sejam novamente examinadas de forma minuciosa e sistemática pela Vamos Parcelar, para que, então, os repasses possam ser realizados às empresas e órgãos competentes.

A recomendação de nova checagem em todas as transações programadas gerou atraso no repasse dos pagamentos aos órgãos, que já está sendo normalizado de acordo com a finalização das auditorias.

A empresa se compromete a continuar trabalhando para restaurar o serviço aos seus clientes e a regularidade dos repasses o mais rápido possível.

Em atenção ao compromisso de integral transparência e total colaboração, a Vamos Parcelar implementou, no dia 16/06/2023, canal de comunicação e mediação para que os consumidores entrem diretamente em contato com a empresa para solucionar eventuais inconsistências de repasse.

A Vamos Parcelar reitera que sua atividade, ao longo dos 5 anos de atuação no mercado de parcelamento de dívidas, sempre foi pautada por rigor ético e legal e manifesta, mais uma vez, que guiada pelo compromisso de integral transparência e total colaboração, manterá seus clientes informados de qualquer informação relevante relacionada ao evento aqui tratado.

Prontinho! Agora você já pode usar o seu cupom para colocar seus débitos em dia.

Copiar e pagar Copiado!